Subsistema de aterramento para SPDA.

Subsistemas de Aterramento para SPDA: O Pilar Silencioso da Segurança

Você sabe o que realmente acontece quando um raio atinge uma edificação? O Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) entra em ação. Mas, embora os captores (para-raios) no topo do prédio recebam toda a atenção, o sucesso de toda a operação depende crucialmente de um componente muitas vezes invisível: o subsistema de aterramento. Sem ele, a energia captada não tem para onde ir, colocando em risco a estrutura e a vida das pessoas.

A Função Vital do Subsistema de Aterramento

De acordo com a norma brasileira NBR 5419, um SPDA é dividido em três subsistemas principais: captação, descida e aterramento. O subsistema de aterramento é o estágio final. Sua função é dispersar a corrente elétrica maciça da descarga atmosférica de forma segura e rápida no solo.

Para que isso ocorra com eficiência, ele deve possuir uma baixa resistência elétrica. Se o aterramento for deficiente, a corrente pode buscar caminhos alternativos através das instalações elétricas internas, causando incêndios, destruição de equipamentos eletrônicos e choques elétricos fatais.

Componentes e Tipos de Aterramento

Este subsistema é composto por eletrodos de aterramento (hastes, cabos ou chapas) embutidos no solo. Existem, basicamente, dois arranjos aceitos pela norma atual:

  1. Arranjo Tipo A: Composto por eletrodos radiais ou verticais individuais, conectados a cada condutor de descida. É um método mais antigo e menos eficiente para edifícios modernos.
  2. Arranjo Tipo B (Anel): Consiste em um condutor em anel fechado, que circunda a estrutura e está em contato com o solo por pelo menos 80% do seu comprimento. É o método mais recomendado para garantir a equipotencialização.

Em muitas construções novas, utiliza-se o aterramento estrutural, onde as próprias ferragens das fundações são usadas como parte do sistema, garantindo excelente durabilidade e desempenho.

Maresia e Corrosão: O Desafio de Florianópolis

Em cidades litorâneas como Florianópolis, o desafio é ainda maior. A alta concentração de sal no ar e no solo acelera drasticamente a corrosão dos componentes metálicos do aterramento. Um sistema que estava perfeito há cinco anos pode estar completamente rompido hoje devido à oxidação.

Por isso, a manutenção e inspeção periódica são obrigatórias. Em regiões de corrosão atmosférica severa, como a nossa capital, a NBR 5419 recomenda que a inspeção visual seja semestral e a inspeção técnica completa seja feita anualmente.

A Importância do Laudo de SPDA Florianópolis

Para garantir que seu sistema, incluindo o invisível subsistema de aterramento, esteja operante, é fundamental contar com um profissional qualificado para emitir o documento técnico.

Ao buscar por um Laudo de SPDA Florianópolis, você certifica que sua edificação está em conformidade com as normas técnicas vigentes e com as exigências do Corpo de Bombeiros e de seguradoras. Esse documento não apenas atesta a segurança física do patrimônio e dos ocupantes, mas também evita multas e complicações legais em caso de acidentes. Não negligencie a base da sua proteção.


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Componentes naturais para SPDA.

para raios união da vitória, para raios união da vitória

Para raios São José

As seguintes partes da estrutura podem ser consideradas como condutores naturais de descida:
a) as instalações metálicas, desde que: para raios são José
—— a continuidade elétrica entre as várias partes seja feita de forma durável de acordo com 5.5.2;
—— suas dimensões sejam no mínimo iguais ao especificado na Tabela 6 para condutores de descida
normalizados. Tubulações contendo misturas inflamáveis ou explosivas não podem ser consideradas
como um componente natural de descida se as gaxetas nos acoplamentos dos flanges não
forem metálicas ou se os lados dos flanges não forem apropriadamente conectados.

b) as armaduras das estruturas de concreto armado eletricamente contínuas;
NOTA 1 Com concreto armado pré-fabricado é importante se estabelecer pontos de interconexão entre os elementos da armadura. para raios são José

Também é importante que o concreto armado contenha uma conexão condutora entre os pontos de interconexão. As partes individuais podem ser conectadas no campo durante a montagem.

NOTA 2 spda florianópolis

No caso de concreto protendido, recomenda-se que sejam feitos estudos específicos em relação
aos riscos de danos mecânicos e corrosão decorrentes da descarga atmosférica.

Consultas ao fabricante, com respostas documentadas, são indispensáveis para validação d essa utilização.
c) o vigamento de aço interconectado da estrutura; Anéis condutores intermediários não são necessários se o vigamento metálico das estruturas de
aço ou as armaduras de aço interconectadas da estrutura forem utilizados como condutores de descida.
d) elementos da fachada, perfis e subconstruções metálicas das fachadas, desde que:
—— suas dimensões estejam conforme aos requisitos para condutores de descidas (ver 5.6.2)
e que, para folhas metálicas ou tubulações metálicas, as espessuras não sejam inferiores
—— sua continuidade elétrica na direção vertical respeite os requisitos de 5.5.2.

Subsistema de descida do SPDA NBR5419

5.3.1 Geral para raios Florianópolis

para raios florianópolis
Com o propósito de reduzir a probabilidade de danos devido à corrente da descarga atmosférica
fluindo pelo SPDA, os condutores de descida devem ser arranjados a fim de proverem:
 a) diversos caminhos paralelos para a corrente elétrica; para raios união da vitória
 b) o menor comprimento possível do caminho da corrente elétrica;
 c) a equipotencialização com as partes condutoras de uma estrutura deve ser feita de acordo
com os requisitos de 6.2. para raios florianópolis

para raios união da vitória
Para melhor distribuição das correntes das descargas atmosféricas devem ser consideradas interligações horizontais com os condutores de descida, ao nível do solo, e em intervalos entre 10 m a 20 m
de altura de acordo com a Tabela 4, para condutores de descida construídos em SPDA convencional.
NOTA 1 Notar que a geometria dos condutores de descida e dos anéis condutores intermediários afeta
as distâncias de separação (ver 6.3). para raios florianópolis


NOTA 2 Quanto maior for o numero de condutores de descida, instalados a um espaçamento regular
em volta do perímetro interconectado pelos anéis condutores, maior será a redução da probabilidade
de descargas atmosféricas e centelhamentos perigosos facilitando a proteção das instalações internas
(ver ABNT NBR 5419-4). para raios florianópolis

Esta condição é obtida em estruturas metálicas e em estruturas de concreto armado nas quais o aço interconectado é eletricamente contínuo.
Valores típicos de distância entre os condutores de descida e entre os anéis condutores horizontais
são dados na Tabela 4.
Informações adicionais na divisão da corrente da descarga atmosférica entre os condutores de descida
são obtidas no Anexo C.

5.3.2 Posicionamento para um SPDA isolado

O posicionamento das descidas deve obedecer ao seguinte:


 a) se os captores consistirem em hastes em mastros separados (ou um mastro) não metálicos
nem interconectados às armaduras, é necessário para cada mastro pelo menos um condutor
de descida. Não há necessidade de condutor de descida para mastros metálicos ou interconectados
às armaduras. PARA RAIOS UNIÃO DA VIT´TORIA
 b) se os captores consistem em condutores suspensos em catenária (ou um fio), pelo menos
um condutor de descida é necessário em cada suporte da estrutura;
 c) se os captores formam uma rede de condutores, é necessário pelo menos um condutor de descida
em cada suporte de terminação dos condutores.

5.3.3 Posicionamento para um SPDA não isolado

Para cada SPDA não isolado, o número de condutores de descida não pode ser inferior a dois, mesmo
se o valor do cálculo do perímetro dividido pelo espaçamento para o nível correspondente resultar
em valor inferior. No posicionamento, utilizar o espaçamento mais uniforme possível entre
os condutores de descida ao redor do perímetro.

Subsistema de Captação em SPDA

5.2 Subsistema de captação para raios União da Vitória

Sistema de Captação de SPDA. Para raios Florianópolis


5.2.1 Geral para raios Florianópolis
A probabilidade de penetração da corrente da descarga atmosférica na estrutura é consideravelmente limitada pela presença de subsistemas de captação apropriadamente instalados.
Subsistemas de captação podem ser compostos por qualquer combinação dos seguintes elementos:
— hastes (incluindo mastros); Para raios Florianópolis
— condutores suspensos;
— condutores em malha.
Para estar conforme esta Norma, todos os tipos de subsistemas de captação devem ser posicionados
de acordo com 5.2.2, 5.2.3 e Anexo A. Todos os tipos de elementos captores devem cumprir na íntegra
as exigências desta Norma.
O correto posicionamento dos elementos captores e do subsistema de captação é que determina
o volume de proteção.
Captores individuais devem ser interconectados ao nível da cobertura para assegurar a divisão
de corrente em pelo menos dois caminhos.
Esta Norma somente especifica os métodos de captação citados nesta seção. Recursos artificiais
destinados a aumentar o raio de proteção dos captores ou inibir a ocorrência das descargas
atmosféricas, não são contemplados nesta Norma.
NOTA Recomenda-se que os captores que contenham material radioativo sejam retirados de acordo com
a resolução 04/89 da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

5.2.2 Posicionamento

para raios união da vitória
Componentes do subsistema de captação instalados na estrutura devem ser posicionados nos cantos salientes, pontas expostas e nas beiradas especialmente no nível superior de qualquer fachada de acordo com um ou mais dos seguintes métodos.
Métodos aceitáveis a serem utilizados na determinação da posição do subsistema de captação incluem:
 a) método do ângulo de proteção;
 b) método da esfera rolante;
 c) método das malhas.
Os métodos da esfera rolante e das malhas são adequados em todos os casos.
O método do ângulo de proteção é adequado para edificações de formato simples, porém está sujeito aos limites de altura dos captores indicados na Tabela 2.
Os valores para o ângulo de proteção, raio da esfera rolante e tamanho da malha para cada classe
de SPDA são dadas na Tabela 2 e Figura 1. Informações detalhadas para o posicionamento de um sistema de captação são dados no Anexo A.

Continuidade da armadura de aço em estruturas de concreto armado.

Para raios Florianópolis

Inspeções em SPDA Florianópolis e São José,

A armadura de aço dentro de estruturas de concreto armado é considerada eletricamente contínua.
Contanto que pelo menos 50 % das conexões entre barras horizontais e verticais sejam firmemente
conectadas. As conexões entre barras verticais devem ser soldadas, ou unidas com arame recozido,
cintas ou grampos, trespassadas com sobreposição mínima de 20 vezes seu diâmetro.
Para estruturas novas, medidas complementares visando garantir essa continuidade elétrica, desde o
início da obra. Podem ser especificadas pelo projetista do SPDA em trabalho conjunto com o construtor
e o engenheiro civil. para raios Florianópolis e São José

Para estruturas utilizando concreto com armadura de aço (incluindo as estruturas pré-fabricadas). A continuidade elétrica da armadura deve ser determinada por ensaios elétricos efetuados entre a parte
mais alta e o nível do solo. A resistência elétrica total obtida no ensaio final (ver Anexo F) não pode
ser superior a 0,2 Ω e deve ser medida com utilização de equipamento adequado para esta finalidade.

Para raios união da vitória
Se este valor não for alcançado, ou se não for possível a execução deste ensaio, a armadura de aço
não pode ser validada como condutor natural da corrente da descarga atmosférica conforme mostrado
em 5.3.5. Neste caso, é recomendado que um sistema convencional de proteção seja instalado.
No caso de estruturas de concreto armado pré-fabricado, a continuidade elétrica da armadura de aço
também deve ser realizada entre os elementos de concreto pré-fabricado adjacentes.

Para raios união da vitória

Inspeção de SPDA

Funções do Miliohmimetro

aluguel de miliohmimetro união da vitória

O miliohmimetro digital é um instrumento utilizado para medir resistências de baixo valor ôhmico, fornecendo resultados com alta precisão. Pode ser utilizado para medir continuidade de malhas de aterramento, resistência de fusíveis, SPDA, resistência de disjuntores, teste de continuidade de armaduras ou estruturas prediais e outros. O miliohmimetro utiliza o método de quatro fios ( medição kelvin), o qual evita os erros na medição provocados pelas pontas de prova e suas resistências de contato. aluguel de Miliohmímetro

Um exemplo de aplicação importante do milliohmimetro é no para raios (SPDA). O uso do miliohmimetro garante a continuidade do sistema de descidas e aterramento, conforme sugere a NBR 5410/2015. Para realizar os ensaios em SDPA é necessário ter o cuidado de desconectar as descidas do restante do sistema de captação, para não correr o risco de uma falsa leitura do equipamento. Caso tenha a caixa de inspeção nas descidas do para raio, a mesma poderá ser desconectada também, para as medições de continuidade do aterramento.

O valor de mercado deste equipamento varia entre R$ 2.500,00 até R$ 3.000,00, dependendo da marca. Porém, todas as marcas disponíveis no mercado atendem a norma NBR 5419. Para o profissional que quer atender seus clientes e não possui um miliohmimetro, uma ótima opção é o aluguel de miliohmimetro.