Critérios básicos para proteção de estruturas: Inspeção de SPDA União da Vitória
Uma proteção ideal para estruturas é envolver completamente a estrutura a ser protegida por uma blindagem contínua perfeitamente condutora, aterrada e de espessura adequada, e, além disso, providenciar ligações equipotenciais adequadas para as linhas elétricas e tubulações metálicas que adentram na estrutura nos pontos de passagem pela blindagem. Inspeção de SPDA União Vitória
Isto impede a penetração da corrente da descarga atmosférica e campo eletromagnético associado na estrutura a ser protegida e evita efeitos térmicos e eletrodinâmicos perigosos da corrente assim como centelhamentos e sobretensões perigosas para os sistemas internos.
Na prática, porém, a aplicação de tais medidas para se obter total proteção é frequentemente inviável. A falta de continuidade da blindagem e/ou sua espessura inadequada permite a penetração da corrente da descarga atmosférica e seus efeitos pela blindagem, podendo causar: a) danos físicos e risco de vida; Inspeção de SPDA União da Vitória b) falha dos sistemas internos. As medidas de proteção, adotadas para reduzir tais danos e perdas relevantes, devem ser projetadas para um conjunto definido de parâmetros das correntes das descargas atmosféricas, frente às quais é requerida a proteção, conforme o nível de proteção contra descargas atmosféricas.
O adequado posicionamento do subsistema de captação na aplicação deste método ocorre se nenhum ponto da estrutura a ser protegida entrar em contato com uma esfera fictícia rolando ao redor e no topo da estrutura em todas as direções possíveis. Para raios em São José
Pode ocorrer impacto direto nas laterais de todas as estruturas com altura maior que o raio, r, da esfera rolante. Cada ponto lateral tocado pela esfera rolante é um ponto possível de ocorrência de impacto direto. Entretanto, a probabilidade de ocorrência de descargas atmosféricas laterais é, geralmente, desprezível para estruturas com altura inferior a 60 m. Para raios em São José
Para estruturas com altura superior a 60 m, um maior número de descargas atmosféricas incidirá na cobertura, em especial nos cantos da estrutura e nas extremidades horizontais da periferia. Apenas uma pequena porcentagem de todas as descargas atmosféricas atingirá as laterais desta.
Além disso, estatísticas mostram que a probabilidade das descargas atmosféricas ocorrerem na lateral das estruturas aumenta consideravelmente em função da altura do ponto de impacto, nas estruturas de altura elevada, quando medidas a partir do solo. Para raios em São José
Por esta razão, a instalação de captação na lateral da parte superior das estruturas altas, acima de 60 m de altura, (tipicamente a 20 % do topo da altura da estrutura) deve ser considerada. Neste caso, o método da esfera rolante é aplicado somente para o posicionamento do subsistema de captação na parte superior da estrutura.
Inspeção em SPDA Porto UniãoInspeções em SPDA União da Vitória
Os técnicos de automação e instrumentação são responsáveis pela calibração e ajustes de todos os instrumentos de controle e monitoramento. Eles também fazem a limpeza das placas de comando e algumas programações de Controladores Lógicos Programáveis. Curso automação industrial
A automação na indústria tem como objetivo realizar tarefas repetitivas, intervenção sob demanda e análise de tomada de decisões, reduzir o custo do produto e aumentar a produtividade de uma indústria. É a área que analisa diversas formas de descrever modelos matemáticos e proferir ações para que processos produtivos funcionem de maneira previamente determinada.
A finalidade de se otimizar um processo é reduzir ou eliminar desperdício de tempo, gastos e recursos. Sendo assim, as área de controle, automação e otimização de processos estão diretamente ligadas entre si e são fundamentais para a rentabilidade de uma indústria.
Controle em Malha Aberta e Controle em Malha Fechada
Segundo Ogata (2010), o controle automático é essencial em qualquer campo da engenharia e da ciência, sendo um componente importante e intrínseco em diversos sistemas e operações industriais que envolvam o controle de temperatura, pressão, nível, vazão, etc.
De acordo com Ogata (2010), os sistemas de controle em malha aberta, são aqueles em que o sinal de saída, no caso em análise, a temperatura do tanque, não exerce nenhuma de controle no sistema. Ou seja, em malha aberta tem-se uma operação manual do sistema.
Segundo Campos e Teixeira (2010), outra desvantagem do controle em malha aberta é a sobrecarga de trabalho repetitivo e sem interesse para o operador. O operador passa a operar em uma região mais segura e menos econômica, sendo mais conservativo.
Assim, para solucionar o problema, é necessário utilizar o controle em malha fechada. Basta adicionar uma realimentação ao sistema, juntamente com um controlador, de modo que ele compare o valor desejado (setpoint) com o valor real de temperatura e controle a válvula automaticamente para que o erro entre as duas medidas seja eliminado e o valor desejado seja atingido. Para Ogata (2010), o termo “controle em malha fechada”.
Qual é o salário de um técnico de automação industrial?
R$ 3.528
Ex: A média salarial nacional de Técnico Em Automação Industrial na empresa Vale é de R$ 3.528 por mês. Começar a dominar automação é um bom começa para alcançar melhores salários e uma vasta opção de trabalho na indústria.
Deixamos aqui como referencia este curso, ótimo material e didática, você vai aprender de forma fácil e descomplicada.
metodologia onde com apenas alguns minutos por dia você vai aprender do ZERO a programar os CLPs e IHM mais utilizados no mercado da automação Industrial
Também chamados Equipamentos de Tecnologia da Informação (ETI), incluem: medição de aterramento
– equipamentos de telecomunicação e de transmissão de dados, equipamentos de processamentos de dados ou instalações que utilizam transmissão de sinais com retorno à terra, interna ou externamente ligada a uma edificação; medição de aterramento Florianópolis – fontes de corrente contínua que alimentam ETIs no interior de uma edificação; – equipamentos e instalações de CPCT — Central Privativa de Comutação Telefônica (PABX); redes locais; – sistemas de alarme contra incêndio e contra roubo; medição de aterramento Florianópolis – sistemas de automação; medição de aterramento Florianópolis
De modo a reduzir os problemas de interferências, a alimentação desses equipamentos nunca deve ser em esquema TN- C, o que significa que devem ser lançados condutores neutro e de proteção separados desde a origem da instalação (Quadro de Distribuição Principal da edificação e aterrado na BEP da mesma – esquema TNCS).
Se a instalação elétrica possuir um transformador, grupo gerador, sistemas UPS (Uninterruptible Power Systems) ou fonte análoga responsável pela alimentação de ETIs, e se essa fonte for, ela própria, alimentada em esquema TNC, devese adotar o esquema TNCS em sua saída.
A BEP pode ser prolongada por um Barramento de Equipotencialidade Funcional (BEF) para aterrar os ETIs em qualquer ponto da edificação onde os mesmos se encontrem instalados. Ao BEF podem ser ligados:
– quaisquer dos elementos normalmente ligados à barra BEP da edificação; – blindagens e proteções metálicas dos cabos e equipamentos de sinais; – condutores de equipotencialização dos sistemas de trilhos;
– condutores de aterramento dos DPSs; – condutores de aterramento de antenas de radiocomunicação; – condutor de aterramento do polo “terra” de alimentações em corrente contínua ETIs; – condutores de aterramento funcional; – condutores equipotencialização que interligam o eletrodo de aterramento dos sistemas de proteção contra descargas atmosféricas; – condutores de ligações equipotenciais suplementares.
Alugue nossos equipamentos ou contrate nossos serviços.
O eletrodo de aterramento pode ser constituído por um único elemento ou por um conjunto de elementos. O termo tanto se aplica a uma simples haste enterrada quanto a várias hastes enterradas e interligadas e, ainda, a outros tipos de condutores em diversas configurações. aluguel de terrometro
Um eletrodo deve oferecer para diversos tipos de corrente (faltas para a terra, descargas atmosféricas, eletrostáticas, de supressores de surto etc.) um percurso de baixa impedância para o solo. A eficiência do aterramento é caracterizada, em princípio, por uma baixa resistência. aluguel de terrometro
Na realidade, o fenômeno depende de muitos fatores, sobretudo a resistividade do solo, estendida a todo o volume de dispersão, que representa a maior incógnita por ser bastante variável segundo a natureza do terreno, a umidade, a quantidade de sais dissolvidos e a temperatura (quanto maior a resistividade do terreno, maior a resistência de aterramento, mantidas as demais condições).
Devido à incerteza e à dificuldade na obtenção dos dados, é suficiente que o dimensionamento do aterramento forneça, no mínimo, as seguintes indicações: aluguel de terrometro – os materiais a serem utilizados; – a geometria do eletrodo; – a locação no terreno.
Na prática, é utilizado um eletrodo em anel lançado no perímetro da edificação, que pode ser constituído por condutores horizontais e hastes interligadas entre si, diretamente enterrados no solo e/ou pelas próprias ferragens das fundações da edificação.
Alugue nossos equipamentos ou contrate nossos serviços.
Medição de Aterramento União da Vitória e Porto União.
Uma conexão à terra, apresenta resistência, capacitância e indutância, cada qual influindo na capacidade de condução de corrente para o solo. Em princípio, não deve se pensar apenas numa resistência de aterramento, mas numa impedância. medição de aterramento Florianópolis
Para condições de baixa freqüência, baixas correntes e valores de resistividade do solo não muito elevados, são desprezíveis os efeitos capacitivos e de ionização do solo e o mesmo comporta-se praticamente como uma resistência linear. medição de aterramento Florianópolis
Nas aplicações de alta freqüência (por exemplo, em telecomunicações), é necessário considerar-se o efeito capacitivo, principalmente nos solos de alta resistividade e, também, a influência da reatância indutiva ao longo dos condutores e eletrodos. Tais efeitos estão também presentes para as ondas impulsivas de corrente e tensão, como aquelas associadas a descargas atmosféricas, pois as freqüências representativas desse tipo de onda são bastantes elevadas. medição de aterramento
Quantificação da Resistência de Aterramento.
Entende-se por aterramento a ligação elétrica de um equipamento ou componente de um sistema elétrico à terra por meio de dispositivos condutores de eletricidade adequados. Ao ser percorrido por uma corrente, o aterramento comporta-se como uma impedância complexa. Em condições de baixa freqüência, tal impedância aproxima-se de uma resistência. Medição de aterramento Florianópolis
O termo adotado para designar a resistência oferecida à passagem de uma corrente elétrica para o solo através de um aterramento é resistência de aterramento, também conhecida como resistência de terra.
A quantificação do valor da resistência de aterramento pode ser traduzida através da relação entre o valor da tensão resultante no eletrodo e o valor da corrente injetada no solo através do mesmo.
Para cada SPDA não isolado, o número de condutores de descida não pode ser inferior a dois, mesmo se o valor do cálculo do perímetro dividido pelo espaçamento para o nível correspondente resultar em valor inferior. No posicionamento, utilizar o espaçamento mais uniforme possível entre os condutores de descida ao redor do perímetro. Aluguel de Miliohmimetro Florianópolis
Captores de um SPDA não isolado da estrutura a ser protegida podem ser instalados como a seguir:
a) se a cobertura é feita por material não combustível, os condutores do subsistema de captação podem ser posicionados na superfície da cobertura; Aluguel de miliohmimetro Florianópolis
b) se a cobertura for feita por material prontamente combustível, cuidados especiais devem ser tomados em relação à distância entre os condutores do subsistema de captação e o material. Para coberturas de sapé ou palha onde não sejam utilizadas barras de aço para sustentação do material, uma distância não inferior a 0,15 m é adequada. Para outros materiais combustíveis, 0,10 m;
c) partes facilmente combustíveis da estrutura a ser protegida não podem permanecer em contato direto com os componentes de um SPDA externo e não podem ficar abaixo de qualquer componente metálico que possa derreter ao ser atingido pela descarga atmosférica (ver 5.2.5). Devem ser considerados componentes menos combustíveis como folhas de madeira.
Componentes naturais
As seguintes partes de uma estrutura podem ser consideradas como captores naturais e partes de um SPDA: Aluguel de miliohmimetro Florianópolis
a) chapas metálicas cobrindo a estrutura a ser protegida, desde que: — a continuidade elétrica entre as diversas partes seja feita de forma duradoura (por exemplo, solda forte, caldeamento, frisamento, costurado, aparafusado ou conectado com parafuso e porca); — a espessura da chapa metálica não seja menor que o valor t ́ fornecido na Tabela 3, se não for importante que se previna a perfuração da chapa ou se não for importante considerar a ignição de qualquer material inflamável abaixo da cobertura; — a espessura da folha metálica não seja menor que o valor t fornecido na Tabela 3, e for necessário precauções contra perfuração ou se for necessário considerar os problemas com pontos quentes;
Monitoramento e Manutenção preditiva Termografia Florianópolis
Atualmente, o uso do sensoriamento térmico e imagens térmicas para o monitoramento e manutenção preditiva, é provavelmente o mais comum de todas as aplicações dentro da termografia. De verificações pontuais periódicas das temperaturas de mancais de máquinas de rotação ou quadros elétricos até uso para programas de manutenção preditiva totalmente documentada em grandes plantas. O monitoramento das condições de funcionamento é cada vez mais utilizado com a implantação de mais equipamentos de termográfica (KAPLAN, 2007). Termografia Florianópolis
Muitas vezes a implantação desses programas de monitoramento com equipamentos de termografia, é marcada por comportamento errático ou uso operacional incorreto do equipamento, tornando-se uma operação dispendiosa e ineficiente, o que leva ao fracasso desse tipo de serviço.
O uso de sensores térmicos de infravermelho e geradores de imagens têm crescido ao longo dos últimos 25 anos e se tornado universalmente aceito para a operação e manutenção de usinas de energia e transmissão. Os dados de termografia de centenas de pesquisas de linha de energia foram recolhidos e as normas têm sido desenvolvidas para o comportamento térmico de equipamentos elétricos e distribuição elétrica. Termografia Florianópolis
Atualmente, no Brasil, a ABNT possui diversas normas sobre o tema “Termografia”, e que podem ser utilizadas como referência. A Tabela 3 apresenta as normas em vigor.
Tabela 3 – Normas ABNT sobre Termografia
ABNT-NBR-16292:2014 Ensaios não destrutivos — Termografia — Medição e compensação da temperatura aparente refletida utilizando câmeras termográficas
ABNT-NBR-15572:2013 Ensaios não destrutivos — Termografia — Guia para inspeção de equipamentos elétricos e mecânicos
ABNT-NBR-15866:2010 Ensaio não destrutivo — Termografia — Metodologia de avaliação de temperatura de trabalho de equipamentos em sistemas elétricos
ABNT-NBR-15763:2009 Ensaios não destrutivos – Termografia – Critérios de definição de periodicidade de inspeção em sistemas elétricos de potência
ABNT-NBR-15718:2009 Ensaios não destrutivos — Termografia — Guia para verificação de termovisores
ABNT-NBR-15424:2006 Ensaios não destrutivos – Termografia – Terminologia
Contrate nossos serviços para análise termográfica em instalações elétricas. Termografia em União da Vitória e Região.
A NBR 5410:2004, no item 6.3.5.2.1 (Subsistema de Aterramento), estabelece: “Do ponto de vista da proteção contra o raio, um subsistema de aterramento único integrado à estrutura é preferível e adequado para todas as finalidades (ou seja, proteção contra o raio, sistemas de potência de baixa tensão e sistemas de sinal).” para raios São José
A utilização das ferragens de fundação de edificações como elementos naturais para o aterramento de instalações de baixa tensão e de sistemas de proteção de estruturas e edificações contra descargas atmosféricas diretas é uma técnica recomendada pelas normas brasileiras (NBR 5410:2004 e NBR 5419:2005) e de outros países. para raios São José
O item 6.4.1.1.10 da NBR 5410:2004 estabelece que, no caso de fundações em alvenaria, o eletrodo de aterramento pode ser constituído por uma fita de aço ou barra de aço de construção, imersa no concreto das fundações, formando um anel em todo o perímetro da edificação. A fita deve ter, no mínimo, 100 mm2 de seção e 3 mm de espessura; além disso, deve ser disposta na posição vertical. A barra precisa ter, no mínimo, 95 mm2 de seção. A fita ou a barra tem de ser envolvida por uma camada de concreto com espessura mínima de 5 cm. para raios São José
A NBR 5419:2005 admite a alternativa anterior para esse tipo de aterramento, assim como a utilização das armações de aço das estacas, de blocos de fundações e de vigas baldrame, que devem ser firmemente amarradas com arame torcido em cerca de 50% dos cruzamentos, sendo que as barras de aço precisam ser sobrepostas em uma extensão mínima de 20 vezes o seu diâmetro com pelo menos dois estribos.
O uso das armaduras do concreto armado da edificação como elementos naturais do sistema de aterramento e de proteção contra descargas atmosféricas permite uma melhor distribuição da corrente do raio entre as colunas, com a redução dos campos magnéticos no interior da estrutura, beneficiando, também, a equalização dos potenciais.
Veja o Curso que escolhemos para você sair na frente com melhores salários:
Aprenda CLP do ZERO
Aprenda CLP Siemens (Básico e Intermediário)
Aprenda CLP Siemens AVANÇADO
Aprenda CLP Rockwell Básico e Intermediário
BÔNUS 1 – Ebook Aprenda CLP em 21 minutos ou menos
BÔNUS 2 – Ebook Faça o LinkedIn trabalhar a seu Favor
Mais de 20 horas de Video Aulas Gravadas
Acesso Imediato Após Confirmação do Pagamento
Super Grupo Secreto no Telegram (valor Inestimável)
Compre aqui! Confira a página de vendas e tire suas dúvidas.
Para alcançar um sistema de proteção eficiente e economicamente viável, o projeto deve ser desenvolvido durante a concepção inicial da edificação e antes do início da sua construção.
Esta recomendação possibilita otimizar o uso dos componentes naturais da estrutura e escolher o melhor caminho para a passagem dos cabos e para a localização dos equipamentos.
Para uma reforma de estruturas existentes, o custo das MPS é geralmente mais alto do que o custo para novas estruturas. Entretanto, é possível minimizar este custo por uma definição apropriada das ZPR, utilizando ou aperfeiçoando as ZPR existentes. Para raios Florianópolis
Uma proteção adequada pode ser alcançada somente se:
a) as disposições são definidas por um especialista em proteção contra descargas atmosféricas; b) existe uma boa coordenação entre os diferentes especialistas envolvidos na construção da edificação e nas MPS (por exemplo, engenheiros civil e eletricista); c) o plano de gerenciamento de 9.2 é seguido. Para raios Florianópolis As MPS devem ser mantidas ao longo do tempo pela inspeção e manutenção periódicas. Após alterações relevantes na estrutura ou nas medidas de proteção, uma nova avaliação de risco deve ser realizada.
9.2 Plano de gerenciamento de MPS
O planejamento e coordenação das MPS requer um plano de gerenciamento, que começa com uma análise inicial de risco (ABNT NBR 5419-2) para determinar as medidas de proteção necessárias para reduzir os riscos para um nível tolerável. Para alcançar este objetivo, devem ser determinadas as zonas de proteção contra raios.
De acordo com os NP definidos na ABNT NBR 5419-1, e as medidas de proteção adotadas, os seguintes passos devem ser adotados:
a) fornecimento de um sistema de aterramento, compreendendo uma interligação para equipoten- cialização e um subsistema de aterramento;
b) equipotencialização das partes metálicas externas e linhas metálicas entrando na estrutura dire- tamente ou por meio de DPS;
c) integração dos sistemas internos em uma interligação para equipotencialização; d) implementação de blindagens espaciais combinadas com o roteamento e blindagens das linhas; e) recomendações para a coordenação de DPS; f) determinação das interfaces isolantes adequadas; g) medidas especiais para estruturas existentes, se necessárias.
Após estas medidas, a relação custo-benefício das medidas selecionadas deve ser reavaliada e otimizada utilizando novamente o método de análise de risco.
Aluguel de Miliohmimetro, aluguel de câmera termográfica, aluguel de terrometro, aluguel de solda exotérmica.